Mortes de pedreiros por PMs repetem sequência de enganos; histórico tem furadeira e guarda-chuva
Reprodução Na manhã de quarta-feira, as “armas” levadas pelos pedreiros Marcelo da Cruz Silva e Edivan Felipe de Assis eram ferramentas que seriam utilizadas numa obra em São Gonçalo e que teriam sido confundias com fuzil. Mas os enganos durante ações policiais já envolveram os mais diversos objetos: de uma furadeira a um cabo de vassoura, passando por guarda-chuva e até saco de pipoca.
Um dos episódios de maior repercussão ocorreu em 2010, quando o policial Leonardo Albarello, que era lotado no Batalhão de Operações Especiais (Bope), atirou e matou Hélio Ribeiro, que estava usando uma furadeira no terraço de sua casa, no Morro do Andaraí. O PM foi a julgamento e acabou absolvido.





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